MELANCHOLY-DISTURBIA
colaps0:

“Era como se a princesinha tivesse seu reino tomado por uma onda de bruxaria.” Cheia de enigmas. Quem se atrevesse entrar em seu coração se perdia em um labirinto sem fim. Complicada, ninguém conseguia a decifrar. Talvez essa fora a melhor maneira que ela achou para escapar daqueles sofrimentos costumeiros. Cautelosa, cuidava de cada detalhe, por mais insignificante que fosse. Não se perdia, ficava sempre no mesmo lugar, inerte (…) Tratava o amor com frieza, se distanciava cada vez mais do mesmo. O amor para ela já tinha ganhado outro conceito, conceito de ilusão; aparentemente bom mas que esconde por traz mil e um poréns. Isso no fim das contas foi bom, poupou tristeza, muita tristeza. Se tornou mais independente. Cansou de dar demais a quem merecia de menos e colocou em prática a tão conhecida frase “joga pro alto, se voltar é seu”. Se afastou de tudo e de todos, quem sentisse sua falta que a procurasse. Optou pela solidão ao invés de um coração partido. Chegou em seu ponto final, sua estaca zero. Não conseguia mais nem compreender o que passava dentro de si mesma. Não conseguia sentir mais nada. Havia se perdido em sua própria armadilha, na armadilha de uma garota de pedra, o que acabou contradizendo seu pensamento de que tudo isso tinha sido bom, acabou a contradizendo mais uma vez. Olhava a cena mais dócil do mundo e não conseguia sentir-se comovida. Era como se seus sentimentos fossem trancafiados as sete chaves pelas lágrimas que tanto a machucaram naquelas noites frias. Como se aquela garotinha fosse escondida atrás de uma máscara inquebrável que retratava exatamente o estereotipo de “garota de gelo”. E não era isso que ela queria. Ela queria poupar-se daquela dor que os sentimentos costumavam trazer, mas não passar a ser como uma boneca sem sentimentos, sem vida. Ser a garota sentimental que no fim sempre acaba se machucando ou a que não sente absolutamente nada? Essa foi umas das perguntas mais difíceis que ela já teve de responder. Demorou, mas ela conseguiu perceber que sentia falta de tudo aquilo. De chorar por motivos bobos e sorrir por coisas completamente sem nexo; de amar mesmo não sendo amada; de ouvir palavrar sutis mesmo sabendo que elas não valiam de nada; ela sentia saudades de tudo, até daquelas ilusões; por mais estranho que isso soe, mas ela sentia falta. Sentia falta de ter qualquer coisa parar tapar aquelas falhas dentro de si, para tapar aquele vazio interminável que já havia tomado conta de tudo. Em meses foi a primeira coisa que ela sentiu, saudade. Saudade de sentir qualquer coisa que fosse… saudade de ser novamente a princesa daquele castelo encantado. (no❥fall) ft (colaps0)

colaps0:

“Era como se a princesinha tivesse seu reino tomado por uma onda de bruxaria.” Cheia de enigmas. Quem se atrevesse entrar em seu coração se perdia em um labirinto sem fim. Complicada, ninguém conseguia a decifrar. Talvez essa fora a melhor maneira que ela achou para escapar daqueles sofrimentos costumeiros. Cautelosa, cuidava de cada detalhe, por mais insignificante que fosse. Não se perdia, ficava sempre no mesmo lugar, inerte (…) Tratava o amor com frieza, se distanciava cada vez mais do mesmo. O amor para ela já tinha ganhado outro conceito, conceito de ilusão; aparentemente bom mas que esconde por traz mil e um poréns. Isso no fim das contas foi bom, poupou tristeza, muita tristeza. Se tornou mais independente. Cansou de dar demais a quem merecia de menos e colocou em prática a tão conhecida frase “joga pro alto, se voltar é seu”. Se afastou de tudo e de todos, quem sentisse sua falta que a procurasse. Optou pela solidão ao invés de um coração partido. Chegou em seu ponto final, sua estaca zero. Não conseguia mais nem compreender o que passava dentro de si mesma. Não conseguia sentir mais nada. Havia se perdido em sua própria armadilha, na armadilha de uma garota de pedra, o que acabou contradizendo seu pensamento de que tudo isso tinha sido bom, acabou a contradizendo mais uma vez. Olhava a cena mais dócil do mundo e não conseguia sentir-se comovida. Era como se seus sentimentos fossem trancafiados as sete chaves pelas lágrimas que tanto a machucaram naquelas noites frias. Como se aquela garotinha fosse escondida atrás de uma máscara inquebrável que retratava exatamente o estereotipo de “garota de gelo”. E não era isso que ela queria. Ela queria poupar-se daquela dor que os sentimentos costumavam trazer, mas não passar a ser como uma boneca sem sentimentos, sem vida. Ser a garota sentimental que no fim sempre acaba se machucando ou a que não sente absolutamente nada? Essa foi umas das perguntas mais difíceis que ela já teve de responder. Demorou, mas ela conseguiu perceber que sentia falta de tudo aquilo. De chorar por motivos bobos e sorrir por coisas completamente sem nexo; de amar mesmo não sendo amada; de ouvir palavrar sutis mesmo sabendo que elas não valiam de nada; ela sentia saudades de tudo, até daquelas ilusões; por mais estranho que isso soe, mas ela sentia falta. Sentia falta de ter qualquer coisa parar tapar aquelas falhas dentro de si, para tapar aquele vazio interminável que já havia tomado conta de tudo. Em meses foi a primeira coisa que ela sentiu, saudade. Saudade de sentir qualquer coisa que fosse… saudade de ser novamente a princesa daquele castelo encantado. (nofall) ft (colaps0)

f-ixation:

Se você quer investir em algo que a maioria acha bobo e insignificante, vá em frente. Lute pelo que quer, não importa o que e o quanto dizem. Nada que você acredita é insignificante, é o que você quer, e não o que a maioria lhe impõe. As pessoas de hoje se tornaram mesquinhas e gananciosas, tolas, olham apenas para o próprio umbigo e se esquecem do que as cerca. Você pode fazer valer a pena, sim, vá em frente. Lute pelo que acredita. A sociedade quer que tudo seja sempre igual, nada pode mudar, mas isso é clichê. E clichê não me agrada, não agrada a ninguém que tem cabeça o suficiente pra entender. Os tempos mudaram, estamos em uma nova era. O machismo se foi, nós mulheres somos livres para fazermos o que bem entendermos, nós somos livres pra sonhar, pra quem sabe, mudar o que muitos acreditam, o que muitos duvidam. Sim, nós podemos. Todos nós podemos. Você que acredita, no futuro pode se tornar alguém que realmente contribuiu para o mundo, e aquele que se acomodou com a opinião alheia? Será só mais um inoportuno que verá a vida passar sem poder fazer ou falar nada, a sua escolha já terá sido feita. As escolhas feitas agora afetarão tudo, depende de você escolher ser apenas mais um no meio de bilhões, ou alguém que poderá mudar a vida de bilhões, basta escolher. Saia dessa vida inútil. A vida é mais que crescer a arranjar um emprego pra ficar o dia inteiro trancado dentro de um escritório. A vida oferece muito mais liberdade que isso. Mas se você não souber aproveitar, terminará como alguém que nunca teve nada a oferecer o mundo. Não seja como a maioria, que não leva a sério os estudos. O colégio é um lugar difícil de conviver, mas sem ele… Não seríamos muita coisa. Você vai ter que ir a luta, meu bem. Nenhum projeto começa por cima. Aqueles que hoje possuem sucesso na vida batalharam por isso. Os que nasceram com berço de ouro um dia vão ter que se virar nos trinta para manter esses impérios empresariais e artísticos da sociedade. Pode até achar que a vida daquela atriz famosa de Hollywood é fácil, porém, antes de tudo ela deu seu sangue e suor para estar ali, no topo. Por mais que existam as dificuldades, não há sonho que não possa ser realizado. Ou batalha que não possa ser vencida. Quer ser poeta, vai lá! Quer virar um filósofo ou trabalhar com antiguidades? Nada te impede! Faça o que gosta, pare de pensar que o bom é ser convencional ou chato. Se doe, se jogue de corpo e alma, se dedique em tudo o que te agrada. O que os outros pensam é descartável, tua opinião é a que importa. O tempo está aí pra isso, pra trazer mudanças, vencer preconceitos, mostrar novas idéias. E você pode participar de todo esse processo, tomando decisões. Pensando com clareza, talvez até devagar, mas se jogando rapidamente nas suas imaginações. Seja diferente. Porque ser diferente… É sensacional.— Maynara, beleza interior e Fernanda, f-ixation

f-ixation:

Se você quer investir em algo que a maioria acha bobo e insignificante, vá em frente. Lute pelo que quer, não importa o que e o quanto dizem. Nada que você acredita é insignificante, é o que você quer, e não o que a maioria lhe impõe. As pessoas de hoje se tornaram mesquinhas e gananciosas, tolas, olham apenas para o próprio umbigo e se esquecem do que as cerca. Você pode fazer valer a pena, sim, vá em frente. Lute pelo que acredita. A sociedade quer que tudo seja sempre igual, nada pode mudar, mas isso é clichê. E clichê não me agrada, não agrada a ninguém que tem cabeça o suficiente pra entender. Os tempos mudaram, estamos em uma nova era. O machismo se foi, nós mulheres somos livres para fazermos o que bem entendermos, nós somos livres pra sonhar, pra quem sabe, mudar o que muitos acreditam, o que muitos duvidam. Sim, nós podemos. Todos nós podemos. Você que acredita, no futuro pode se tornar alguém que realmente contribuiu para o mundo, e aquele que se acomodou com a opinião alheia? Será só mais um inoportuno que verá a vida passar sem poder fazer ou falar nada, a sua escolha já terá sido feita. As escolhas feitas agora afetarão tudo, depende de você escolher ser apenas mais um no meio de bilhões, ou alguém que poderá mudar a vida de bilhões, basta escolher. Saia dessa vida inútil. A vida é mais que crescer a arranjar um emprego pra ficar o dia inteiro trancado dentro de um escritório. A vida oferece muito mais liberdade que isso. Mas se você não souber aproveitar, terminará como alguém que nunca teve nada a oferecer o mundo. Não seja como a maioria, que não leva a sério os estudos. O colégio é um lugar difícil de conviver, mas sem ele… Não seríamos muita coisa. Você vai ter que ir a luta, meu bem. Nenhum projeto começa por cima. Aqueles que hoje possuem sucesso na vida batalharam por isso. Os que nasceram com berço de ouro um dia vão ter que se virar nos trinta para manter esses impérios empresariais e artísticos da sociedade. Pode até achar que a vida daquela atriz famosa de Hollywood é fácil, porém, antes de tudo ela deu seu sangue e suor para estar ali, no topo. Por mais que existam as dificuldades, não há sonho que não possa ser realizado. Ou batalha que não possa ser vencida. Quer ser poeta, vai lá! Quer virar um filósofo ou trabalhar com antiguidades? Nada te impede! Faça o que gosta, pare de pensar que o bom é ser convencional ou chato. Se doe, se jogue de corpo e alma, se dedique em tudo o que te agrada. O que os outros pensam é descartável, tua opinião é a que importa. O tempo está aí pra isso, pra trazer mudanças, vencer preconceitos, mostrar novas idéias. E você pode participar de todo esse processo, tomando decisões. Pensando com clareza, talvez até devagar, mas se jogando rapidamente nas suas imaginações. Seja diferente. Porque ser diferente… É sensacional.— Maynara, beleza interior e Fernanda, f-ixation

Fala que ama na internet mas na vida real nem olha na cara.
nadadeperfeita:

” Pode não parecer, mais eu sou uma humana. Sabe aquela humana que fica distante de várias pessoas e vive em mundo todo reservado? É bem assim que eu me descrevo humanamente. Sou uma história em linhas completamente tortas, e meus defeitos me seguem, e cada dia que passa fica mais difícil escrever minha história corretamente. Uma hora estou perdida em tudo que eu sinto, outrora eu sei descrever tudo o que se passa comigo, é assim o tempo todo. Já escutei me chamarem de estranha, doida e anti-social. Mas eu vou seguindo da forma que eu aprendi até hoje, vou tapando os ouvidos pra sociedade e defendendo minhas razões. Um dia vou estar ali no meu cantinho, cem por cento nostálgica e cheia de ironia, outra vou estar no centro, julgando e me jogando com a galera. Nunca gostei de promessas, porque conheço muito bem a história das promessas, e eu prometi pra mim que jamais acreditaria em promessas, estranho não? Mas essa é a pura verdade… Me olho no espelho e consigo ver todos os meus defeitos, talvez é os defeitos lá de dentro que ninguém conseguiu ver, ou então não percebe,mas eu vejo e me julgo sempre. E do nada me bate uma carência inesperada, eu choro, eu questiono, eu não me aqueto com os sentimentos e turbilhão de coisas passam na minha mente. Vou talvez precisar de um abraço as quatro da madrugada, ou só de uma sms tocante, vou andar pela casa sem intenção nenhuma de fazer algo, mas eu fico inquieta e insegura. Talvez eu me apaixone de repente, mesmo não gostando de falar de paixão, porque sempre me vem sensação de sofrimento, mas eu me apaixono pelo jeito das pessoas, pelo sorriso, pelo toque ou até mesmo pela distância… Eu não sei me descrever dia por dia, não sei uma palavra que me defina, eu sei que estou desligada desse mundo, e quando poder eu volto ” — Jess (nadadeperfeita)

nadadeperfeita:

Pode não parecer, mais eu sou uma humana. Sabe aquela humana que fica distante de várias pessoas e vive em mundo todo reservado? É bem assim que eu me descrevo humanamente. Sou uma história em linhas completamente tortas, e meus defeitos me seguem, e cada dia que passa fica mais difícil escrever minha história corretamente. Uma hora estou perdida em tudo que eu sinto, outrora eu sei descrever tudo o que se passa comigo, é assim o tempo todo. Já escutei me chamarem de estranha, doida e anti-social. Mas eu vou seguindo da forma que eu aprendi até hoje, vou tapando os ouvidos pra sociedade e defendendo minhas razões. Um dia vou estar ali no meu cantinho, cem por cento nostálgica e cheia de ironia, outra vou estar no centro, julgando e me jogando com a galera. Nunca gostei de promessas, porque conheço muito bem a história das promessas, e eu prometi pra mim que jamais acreditaria em promessas, estranho não? Mas essa é a pura verdade… Me olho no espelho e consigo ver todos os meus defeitos, talvez é os defeitos lá de dentro que ninguém conseguiu ver, ou então não percebe,mas eu vejo e me julgo sempre. E do nada me bate uma carência inesperada, eu choro, eu questiono, eu não me aqueto com os sentimentos e turbilhão de coisas passam na minha mente. Vou talvez precisar de um abraço as quatro da madrugada, ou só de uma sms tocante, vou andar pela casa sem intenção nenhuma de fazer algo, mas eu fico inquieta e insegura. Talvez eu me apaixone de repente, mesmo não gostando de falar de paixão, porque sempre me vem sensação de sofrimento, mas eu me apaixono pelo jeito das pessoas, pelo sorriso, pelo toque ou até mesmo pela distância… Eu não sei me descrever dia por dia, não sei uma palavra que me defina, eu sei que estou desligada desse mundo, e quando poder eu volto ” — Jess (nadadeperfeita)

cupi-d:

Parece que já esquecemos, que não importamos mais e que está tudo bem, já passou. Mas não, não passou, ainda dói, o passado está na nossa mente, nos deixando com saudade do que já aconteceu. É tão estranho, a nostalgia é forte e nunca quer nos abandonar. Todos à volta estão otimamente bem, sorridentes e confiantes, por isso eu fingo, não quero ser a única que se sente triste, a única pessoa que está prestes a chorar. É tão ruim, se sentir assim… sozinha. Sozinha, isolada, morta. Sim, morta, por dentro, toda fria, congelada, sem a cabeça no lugar, prestes a se matar por fora. Mas o amor ainda tem a sua chama acesa, essa chama nunca se apaga e ela vai me queimando, me machucando, me deixando cheia de feridas, feridas imensas. E você pelo menos se lembra?  Se lembra do que passamos juntos? Lembra que você dizia que me amava? Foi só mais uma enganação, uma ilusão. Você insiste em querer me machucar, não importa quanto tempo tenha se passado. É divertido? É divertido esse jogo com os meus sentimentos? E… e… parece que eu ainda te amo, e te amo muito, mais do que algum dia já amei. Como você faz isso? Me deixar tão apaixonada é uma tarefa fácil pra você. É de propósito, não é? Pois se for, pare com isso, já causou desastres demais. E ao olhar pra você, vejo a imaturidade e o descaso em seus olhos, você não se importa, não dá a mínima pra mim. Olhe nos meus olhos e ignore o meu sorriso, não percebe a minha tristeza? Não percebe que não estou bem e a culpa é sua? Se não percebe, pare de olhar só pra si mesmo, porque há pessoas a sua volta precisando de você, tipo… eu.
Elisa Vilela, cupi-d.

cupi-d:

Parece que já esquecemos, que não importamos mais e que está tudo bem, já passou. Mas não, não passou, ainda dói, o passado está na nossa mente, nos deixando com saudade do que já aconteceu. É tão estranho, a nostalgia é forte e nunca quer nos abandonar. Todos à volta estão otimamente bem, sorridentes e confiantes, por isso eu fingo, não quero ser a única que se sente triste, a única pessoa que está prestes a chorar. É tão ruim, se sentir assim… sozinha. Sozinha, isolada, morta. Sim, morta, por dentro, toda fria, congelada, sem a cabeça no lugar, prestes a se matar por fora. Mas o amor ainda tem a sua chama acesa, essa chama nunca se apaga e ela vai me queimando, me machucando, me deixando cheia de feridas, feridas imensas. E você pelo menos se lembra?  Se lembra do que passamos juntos? Lembra que você dizia que me amava? Foi só mais uma enganação, uma ilusão. Você insiste em querer me machucar, não importa quanto tempo tenha se passado. É divertido? É divertido esse jogo com os meus sentimentos? E… e… parece que eu ainda te amo, e te amo muito, mais do que algum dia já amei. Como você faz isso? Me deixar tão apaixonada é uma tarefa fácil pra você. É de propósito, não é? Pois se for, pare com isso, já causou desastres demais. E ao olhar pra você, vejo a imaturidade e o descaso em seus olhos, você não se importa, não dá a mínima pra mim. Olhe nos meus olhos e ignore o meu sorriso, não percebe a minha tristeza? Não percebe que não estou bem e a culpa é sua? Se não percebe, pare de olhar só pra si mesmo, porque há pessoas a sua volta precisando de você, tipo… eu.

Elisa Vilela, cupi-d.

You're beautiful. Never forget it. :)
Anonymous

OMG que lindo :(


Perambulo nas linhas do tempo curto de uma vida pouco vivida, nos anos que completei sempre me faltava algo para preencher alguma parte de mim ou de meus dias, os meses eram e são vagos, as horas me enlouquecem assim como os programas televisionados aos domingos. De tanto reclamar e estar cansada de coisas que na verdade são vazias acabei por me acostumar, infelizmente, pois me acomodar logo ao silêncio, ao quieto e a solidão, me acomodar e fazer as malas, juntar os moveis para ir de mudança definitiva para dentro de mim mesma, logo eu que sempre caminhei em busca de um território que jamais lembrasse algo meu, ou algum fato ou artefato do passado que serve de sombra negra que caminha junto a mim até mesmo nas noites escuras e gélidas, assim como nas quentes e abafadas também. Mais o silêncio é sereno, serenidade que ando querendo, depois de tantas bagunças e tempestades, preciso agora apenas me reconstruir, me arrumar. Queria colocar uma placa de vende-se na varanda de minha velha forma de ser, ver e viver a vida… Para que alguém possa comprar, que eu possa então partir sem querer olhar para trás, pois passado tem que passar mesmo ficando eterno na memória e nas lembranças, para que eu possa procurar até encontrar um novo lar, passos novos, pessoas novas, moveis novos, perfumes novos, novidades, pois tudo ainda sendo tão em falta e tão escasso para mim a magnitude do vazio de ter poucas coisas na prateleira acabam por me preencher de algo oco, então percebo que monotonia e o nada sempre são rotineiros e desgastantes demais e desta forma me encho sim mais não de coisas, propostas, ou sorrisos, me encho de um completo “NADA”. As palavras fugiram de mim no momento que não soube mais me encontrar, aí sim vi que realmente estava sozinha, cercada apenas de uma fé e certeza de que em algum amanhã eu poderia novamente sorrir, que eu poderia não só almejar mais como realmente ser feliz, felicidade que para mim só existe nos anúncios de jornais ilusórios, as pessoas se iludem demais com isso, não apenas eu. Mais de alguma forma me sinto leve e em paz, por poder agora enxergar depois de vagar dentro de mim mesma que vida, conquistas e a tal da felicidade somos nós mesmos que construímos, e fico feliz por não depender de alguém para isso, porque eu sempre fui muito assim, solitariamente dentro de minha mente, gosto de me bastar mesmo sabendo amar e muito amar, mais não quero falar da parte louca de minha vida, que eu pareça lucida então, que eu deixe de ser louca por agora e possa acreditar que estou perto do meu novo lar, vou me encontrar. 
Andressa (prosa-e-verso)

Perambulo nas linhas do tempo curto de uma vida pouco vivida, nos anos que completei sempre me faltava algo para preencher alguma parte de mim ou de meus dias, os meses eram e são vagos, as horas me enlouquecem assim como os programas televisionados aos domingos. De tanto reclamar e estar cansada de coisas que na verdade são vazias acabei por me acostumar, infelizmente, pois me acomodar logo ao silêncio, ao quieto e a solidão, me acomodar e fazer as malas, juntar os moveis para ir de mudança definitiva para dentro de mim mesma, logo eu que sempre caminhei em busca de um território que jamais lembrasse algo meu, ou algum fato ou artefato do passado que serve de sombra negra que caminha junto a mim até mesmo nas noites escuras e gélidas, assim como nas quentes e abafadas também. Mais o silêncio é sereno, serenidade que ando querendo, depois de tantas bagunças e tempestades, preciso agora apenas me reconstruir, me arrumar. Queria colocar uma placa de vende-se na varanda de minha velha forma de ser, ver e viver a vida… Para que alguém possa comprar, que eu possa então partir sem querer olhar para trás, pois passado tem que passar mesmo ficando eterno na memória e nas lembranças, para que eu possa procurar até encontrar um novo lar, passos novos, pessoas novas, moveis novos, perfumes novos, novidades, pois tudo ainda sendo tão em falta e tão escasso para mim a magnitude do vazio de ter poucas coisas na prateleira acabam por me preencher de algo oco, então percebo que monotonia e o nada sempre são rotineiros e desgastantes demais e desta forma me encho sim mais não de coisas, propostas, ou sorrisos, me encho de um completo “NADA”. As palavras fugiram de mim no momento que não soube mais me encontrar, aí sim vi que realmente estava sozinha, cercada apenas de uma fé e certeza de que em algum amanhã eu poderia novamente sorrir, que eu poderia não só almejar mais como realmente ser feliz, felicidade que para mim só existe nos anúncios de jornais ilusórios, as pessoas se iludem demais com isso, não apenas eu. Mais de alguma forma me sinto leve e em paz, por poder agora enxergar depois de vagar dentro de mim mesma que vida, conquistas e a tal da felicidade somos nós mesmos que construímos, e fico feliz por não depender de alguém para isso, porque eu sempre fui muito assim, solitariamente dentro de minha mente, gosto de me bastar mesmo sabendo amar e muito amar, mais não quero falar da parte louca de minha vida, que eu pareça lucida então, que eu deixe de ser louca por agora e possa acreditar que estou perto do meu novo lar, vou me encontrar. 

Andressa (prosa-e-verso)


“Essa não sou eu. Essa não é a minha vida. Eu não sou assim, grossa do jeito que ando sendo. Eu não sou assim, tão fria, tão gélida do jeito que estou. Sinceramente, eu quero a minha vida de volta. As mudanças não fazem bem, nunca fizeram, não será agora que será. Eu quero deixar claro a todos que eu nem sempre fui assim. Um dia, eu fui mais calma. Eu juro de pés juntos que eu era calma. Eu tinha paciência com tudo e com todos. Eu amava demais, era carinhosa demais. Talvez seja por isso, por ser tudo de mais, acabei me tornando de menos. Talvez não, posso apenas estar pagando o preço de meus inúmeros erros. Viram como sou indecisa? Isso me atrapalha, e muito. Eu estou completamente perdida também, procuro a minha antiga eu, mas não a acho. Para os outros pode ser ao contrário, mas não gosto de mudanças, elas me fazem mais mal do que bem. Eu quero voltar no tempo, viver tudo de novo. Mas dessa vez vou tomar cuidado, não vou me deixar levar a esse caminho que não me faz bem. Vou gritar, vou correr, vou me esconder, vou pedir ajuda, vou fazer de tudo pra fugir dessas tais mudanças. Tudo mesmo. Mas infelizmente voltar no tempo é impossível, quem me dera ter esse super poder. Acho que a única coisa que posso fazer e me esforçar ao máximo e juntar todas as forças que tenho, e voltar para a minha antiga eu.”  Julia e Clara (mentes-expostas)


“Essa não sou eu.
 Essa não é a minha vida. Eu não sou assim, grossa do jeito que ando sendo. Eu não sou assim, tão fria, tão gélida do jeito que estou. Sinceramente, eu quero a minha vida de volta. As mudanças não fazem bem, nunca fizeram, não será agora que será. Eu quero deixar claro a todos que eu nem sempre fui assim. Um dia, eu fui mais calma. Eu juro de pés juntos que eu era calma. Eu tinha paciência com tudo e com todos. Eu amava demais, era carinhosa demais. Talvez seja por isso, por ser tudo de mais, acabei me tornando de menos. Talvez não, posso apenas estar pagando o preço de meus inúmeros erros. Viram como sou indecisa? Isso me atrapalha, e muito. Eu estou completamente perdida também, procuro a minha antiga eu, mas não a acho. Para os outros pode ser ao contrário, mas não gosto de mudanças, elas me fazem mais mal do que bem. Eu quero voltar no tempo, viver tudo de novo. Mas dessa vez vou tomar cuidado, não vou me deixar levar a esse caminho que não me faz bem. Vou gritar, vou correr, vou me esconder, vou pedir ajuda, vou fazer de tudo pra fugir dessas tais mudanças. Tudo mesmo. Mas infelizmente voltar no tempo é impossível, quem me dera ter esse super poder. Acho que a única coisa que posso fazer e me esforçar ao máximo e juntar todas as forças que tenho, e voltar para a minha antiga eu.”  Julia e Clara (mentes-expostas)

amor—em—versos:

Era um lugar recheado de problemas, crises existenciais; desalentos e ternuras doloridas. Daquelas bem doídas e tristes, em que se aninha em um cantinho escondido e desata o que havia sido preso com o orgulho. A doença tocada em acordes, incógnitas perambulando de um canto para outro. O sol não era o mesmo em que víamos aqui na terra, era quadrado de cor púrpura e envolta dele diversos pontos azuis com a distância de quinze metros de cada. Levantava-se da cama e o via raiando no céu, bem pertinho da gente. Tão perto que se subisse em uma escada de cinquenta degraus podia se tocar. Mas o sol era só, era estrela solitária no céu. Era o mar sem peixe, corais e poríferos. Lua é coisa de apaixonado, coisa de amor correspondido. De beijo na testa e abraço apertado. Era aquela tal felicidade de acordar ao lado de quem se ama e ser iluminado pelo sorriso do teu companheiro. Tinha se confiança, tinha se amor; daqueles de ano todo. Mais conhecido por aí como amor de verão, arrebatador. Mas que nunca termina; se eterniza e nem a morte pode destruir. Morava na terra seca, pois sempre fui negligenciada por quem considerava importante. Desconfiada até da própria existência, meus beijos não eram suficientes; meu abraços eram repelidos como se tivesse algum tipo de doença rara asquerosa; via-se o afeto compartilhado depois da fronteira marcada entre as duas cidades. Dois locais totalmente distintos, na terra do luar as flores gostavam de cantar para os apaixonados; as moradias eram altas, feitas de pedra e com postes bem antigos na entrada de casa.Se não consegue imaginá-lo darei a ti uma dica, toda pessoa que se considere realmente dono de uma mente brilhante irá se lembrar da cena mais antiga que já fora filmada, com Charles Chaplin dançando na chuva. Creio que meu caro leitor já sabe qual é, ou talvez já saiba onde mora. Terra da lua ou terra do sol? Enquanto sustentar minha digníssima complexidade cravada junto com o orgulho demasiado continuarei a mesma de sempre, moradora da quarta casa, na rua solar. Não será possível mudar-me. Pois enquanto não houver amor que me sustente, amor que deseje meus abraços; meu amores e meus defeitos; que tenha a capacidade de me decifrar em três dedos de diálogos com quatro quilos de paciência dentro da bagagem, se não tiver. Ficarei sempre só a observar a terra dos apaixonados, dos sorrisos bonitos e olhares brilhantes que nunca possuí. Venha a mim eterno enamorado, eternizemo-nos, tire-me desta seca cruel e imunda que tanto nos corrompe; nos mata e nos encolhe. Faça o teu querer doce luar, atinja os meus pés e inunda-me com tua luz. No solstício de inverno, estarei no mesmo local aguardando o teu sinal. De joelhos clamando por um sinal preciso que desperte meu “eu” solitário, triste e mal-amado. Layara Sarti - Amor—em—versos

amor—em—versos:

Era um lugar recheado de problemas, crises existenciais; desalentos e ternuras doloridas. Daquelas bem doídas e tristes, em que se aninha em um cantinho escondido e desata o que havia sido preso com o orgulho. A doença tocada em acordes, incógnitas perambulando de um canto para outro. O sol não era o mesmo em que víamos aqui na terra, era quadrado de cor púrpura e envolta dele diversos pontos azuis com a distância de quinze metros de cada. Levantava-se da cama e o via raiando no céu, bem pertinho da gente. Tão perto que se subisse em uma escada de cinquenta degraus podia se tocar. Mas o sol era só, era estrela solitária no céu. Era o mar sem peixe, corais e poríferos. Lua é coisa de apaixonado, coisa de amor correspondido. De beijo na testa e abraço apertado. Era aquela tal felicidade de acordar ao lado de quem se ama e ser iluminado pelo sorriso do teu companheiro. Tinha se confiança, tinha se amor; daqueles de ano todo. Mais conhecido por aí como amor de verão, arrebatador. Mas que nunca termina; se eterniza e nem a morte pode destruir. Morava na terra seca, pois sempre fui negligenciada por quem considerava importante. Desconfiada até da própria existência, meus beijos não eram suficientes; meu abraços eram repelidos como se tivesse algum tipo de doença rara asquerosa; via-se o afeto compartilhado depois da fronteira marcada entre as duas cidades. Dois locais totalmente distintos, na terra do luar as flores gostavam de cantar para os apaixonados; as moradias eram altas, feitas de pedra e com postes bem antigos na entrada de casa.Se não consegue imaginá-lo darei a ti uma dica, toda pessoa que se considere realmente dono de uma mente brilhante irá se lembrar da cena mais antiga que já fora filmada, com Charles Chaplin dançando na chuva. Creio que meu caro leitor já sabe qual é, ou talvez já saiba onde mora. Terra da lua ou terra do sol? Enquanto sustentar minha digníssima complexidade cravada junto com o orgulho demasiado continuarei a mesma de sempre, moradora da quarta casa, na rua solar. Não será possível mudar-me. Pois enquanto não houver amor que me sustente, amor que deseje meus abraços; meu amores e meus defeitos; que tenha a capacidade de me decifrar em três dedos de diálogos com quatro quilos de paciência dentro da bagagem, se não tiver. Ficarei sempre só a observar a terra dos apaixonados, dos sorrisos bonitos e olhares brilhantes que nunca possuí. Venha a mim eterno enamorado, eternizemo-nos, tire-me desta seca cruel e imunda que tanto nos corrompe; nos mata e nos encolhe. Faça o teu querer doce luar, atinja os meus pés e inunda-me com tua luz. No solstício de inverno, estarei no mesmo local aguardando o teu sinal. De joelhos clamando por um sinal preciso que desperte meu “eu” solitário, triste e mal-amado. Layara Sarti - Amor—em—versos


Eu me sinto diferente, e não sei se isso é bom ou ruim. Não, não tente me convencer, não me diga o que você acha, pois ao mesmo tempo em que tenho essa dependência das pessoas, esses dias estou cansada de opiniões. E não me contento com o que os outros acham. Isso é o que gosto em mim. Mesmo sendo muito otária e fútil de vez em quando, quase implorando por atenção, eu tento sempre manter o foco. Sem deixar que elogios me subam a cabeça. Quanto às criticas, sim me afetam com mais facilidade. Mas já foi pior, sendo que hoje posso quase afirmar que sou indiferente a elas. Tenho que descobrir por mim mesma o que eu significo, de verdade. O que quero dizer com tudo isso. Eu mesma não sei. Tenho que decifrar sozinha o mistério de eu ser um mistério, e de eu me sentir tão deslocada. Talvez seja o meu humor. Tenho um humor que quase não se pode chamar de humor; ao menos para mim, minhas piadas não tem sal. Não sirvo para palhaça, e ainda assim riem de mim pelas costas. Sei disso. Mas já não me sinto exclusiva nesse quesito como me sentia aos 10 anos de idade. O reconfortante em crescer é que você aprende algumas coisas sobre a sua espécie, e felizmente ou infelizmente, isso te prepara para quase nada. Quase nada aprendido na vida é muito, só para constar. Eu acho que é essa minha dificuldade em fingir… Digo, o motivo dessa sensação de anteninhas espetando na cabeça. Essa sensação de estranheza. Quantas vezes eu já disse? Perdi a conta, mas repito: Não sei fingir. Não sei representar algo que não sou. E não digo que eu já não tenha tentado, pois foi exatamente tentando que descobri minha impotência. Fingir me deixa mal. Prefiro ser fria com alguém a forçar um sorriso. Não compactuo com falsidades. Aquele sorriso pesaria como uma bigorna no meu peito por dias, me sentiria culpada, suja. Não se trata de cobrar muito de mim… Aliás, eu nem cobro mais tanto assim de mim. Já tive fases piores, de esticar a corda a ponto de ela quase arrebentar. Apenas nasci assim, ou fui ensinada a ser assim. Acho que a primeira opção. Está em mim, tenho nojo de mentira porque já me enganaram e eu própria já enganei. Isso meio que te traumatiza. Quando você aprende a ser verdadeira é uma lição para a vida toda, e quando você não nasce atriz - casos raros - você com certeza vai sofrer. Nem sei mais se se trata de amor próprio. Olha, vou ser sincera: Eu sou inconstante. Ou estou inconstante. Sou cheia de dúvidas, incertezas. Uma delas é nunca saber se essa é apenas uma fase longa demais ou se isso é para todo sempre, amém. Fica difícil responder perguntas assim. E sempre que posso me esquivo, guardo as perguntas e tento pensar com elas, mas nem sempre respondo. Não se pode fugir de perguntas se você pretende viver… Mas me dou um desconto, eu também não sei se estou vivendo. Respirando, rindo, sim. Sendo feliz? Também fico confusa com tantos estereótipos criados para a felicidade. Eu sigo em frente e acho que isso é uma forma de vida. Eu ao menos guardo as perguntas, e quase sempre penso a mesma coisa: Caramba, se isso for apenas uma fase de adolescente ou coisa parecida, quero ficar velha vapt-vupt. (Mas esse desejo seria apenas passageiro ou fibroso e denso? … )  Juliana Nery (des-cicatrizar)

Eu me sinto diferente, e não sei se isso é bom ou ruim. Não, não tente me convencer, não me diga o que você acha, pois ao mesmo tempo em que tenho essa dependência das pessoas, esses dias estou cansada de opiniões. E não me contento com o que os outros acham. Isso é o que gosto em mim. Mesmo sendo muito otária e fútil de vez em quando, quase implorando por atenção, eu tento sempre manter o foco. Sem deixar que elogios me subam a cabeça. Quanto às criticas, sim me afetam com mais facilidade. Mas já foi pior, sendo que hoje posso quase afirmar que sou indiferente a elas. Tenho que descobrir por mim mesma o que eu significo, de verdade. O que quero dizer com tudo isso. Eu mesma não sei. Tenho que decifrar sozinha o mistério de eu ser um mistério, e de eu me sentir tão deslocada. Talvez seja o meu humor. Tenho um humor que quase não se pode chamar de humor; ao menos para mim, minhas piadas não tem sal. Não sirvo para palhaça, e ainda assim riem de mim pelas costas. Sei disso. Mas já não me sinto exclusiva nesse quesito como me sentia aos 10 anos de idade. O reconfortante em crescer é que você aprende algumas coisas sobre a sua espécie, e felizmente ou infelizmente, isso te prepara para quase nada. Quase nada aprendido na vida é muito, só para constar. Eu acho que é essa minha dificuldade em fingir… Digo, o motivo dessa sensação de anteninhas espetando na cabeça. Essa sensação de estranheza. Quantas vezes eu já disse? Perdi a conta, mas repito: Não sei fingir. Não sei representar algo que não sou. E não digo que eu já não tenha tentado, pois foi exatamente tentando que descobri minha impotência. Fingir me deixa mal. Prefiro ser fria com alguém a forçar um sorriso. Não compactuo com falsidades. Aquele sorriso pesaria como uma bigorna no meu peito por dias, me sentiria culpada, suja. Não se trata de cobrar muito de mim… Aliás, eu nem cobro mais tanto assim de mim. Já tive fases piores, de esticar a corda a ponto de ela quase arrebentar. Apenas nasci assim, ou fui ensinada a ser assim. Acho que a primeira opção. Está em mim, tenho nojo de mentira porque já me enganaram e eu própria já enganei. Isso meio que te traumatiza. Quando você aprende a ser verdadeira é uma lição para a vida toda, e quando você não nasce atriz - casos raros - você com certeza vai sofrer. Nem sei mais se se trata de amor próprio. Olha, vou ser sincera: Eu sou inconstante. Ou estou inconstante. Sou cheia de dúvidas, incertezas. Uma delas é nunca saber se essa é apenas uma fase longa demais ou se isso é para todo sempre, amém. Fica difícil responder perguntas assim. E sempre que posso me esquivo, guardo as perguntas e tento pensar com elas, mas nem sempre respondo. Não se pode fugir de perguntas se você pretende viver… Mas me dou um desconto, eu também não sei se estou vivendo. Respirando, rindo, sim. Sendo feliz? Também fico confusa com tantos estereótipos criados para a felicidade. Eu sigo em frente e acho que isso é uma forma de vida. Eu ao menos guardo as perguntas, e quase sempre penso a mesma coisa: Caramba, se isso for apenas uma fase de adolescente ou coisa parecida, quero ficar velha vapt-vupt. (Mas esse desejo seria apenas passageiro ou fibroso e denso? … )  Juliana Nery (des-cicatrizar)

colaps0:

Quero me desligar do mundo, quero esquecer que exista falsidade, problemas, falta de amor e carácter. quero fugir do medo, das lembranças, do que não me faça bem. quero apenas me desligar e não pensar em mais nada, pelo menos não hoje Um alguém que você conheceu. Um amigo pra chamar de seu. Esse é o seu momento reviva a cada instante. Quantas coisas você tenta fazer hoje que deveria, ter feito antes? Porém antes tarde do que nunca Ontem sol, hoje a chuva lavar a alma, me traz boas lembranças que seja essa a nossa herança, nunca perca a esperança. O que vale é perseverar, lutar e cada obstáculo, supera.As vezes é tão difícil de ser a gente mesmo, de manter os nossos conceitos, opiniões sem nos deixar levar pelo oposto. De vez em quando dá vontade de agir de outras maneiras mudar o comportamento. Pra uma forma completamente inesperada, ser um personagem pra poder fazer minhas vontades sem me sentir culpada. Sair um pouco de mim. Sair um pouco de ‘si’. Pra poder olhar um pouco pra dentro de mim, e por fora também e enxergar quem eu so afinal, notar com mais clareza como é a minha imagem diante dos outros. Enxergar minhas falhas meus defeitos. Por que só estando assim fora de mim eu poderei saber com mais detalhes o que se passa dentro de mim.” — Rafaela (c-ocaina)

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Quero me desligar do mundo, quero esquecer que exista falsidade, problemas, falta de amor e carácter. quero fugir do medo, das lembranças, do que não me faça bem. quero apenas me desligar e não pensar em mais nada, pelo menos não hoje Um alguém que você conheceu. Um amigo pra chamar de seu. Esse é o seu momento reviva a cada instante. Quantas coisas você tenta fazer hoje que deveria, ter feito antes? Porém antes tarde do que nunca Ontem sol, hoje a chuva lavar a alma, me traz boas lembranças que seja essa a nossa herança, nunca perca a esperança. O que vale é perseverar, lutar e cada obstáculo, supera.As vezes é tão difícil de ser a gente mesmo, de manter os nossos conceitos, opiniões sem nos deixar levar pelo oposto. De vez em quando dá vontade de agir de outras maneiras mudar o comportamento. Pra uma forma completamente inesperada, ser um personagem pra poder fazer minhas vontades sem me sentir culpada. Sair um pouco de mim. Sair um pouco de ‘si’. Pra poder olhar um pouco pra dentro de mim, e por fora também e enxergar quem eu so afinal, notar com mais clareza como é a minha imagem diante dos outros. Enxergar minhas falhas meus defeitos. Por que só estando assim fora de mim eu poderei saber com mais detalhes o que se passa dentro de mim.”  Rafaela (c-ocaina)

Se eu não estiver bem, eu finjo.
de-feito  (via vivendodeilusoes)

“A dor e o medo me tornaram fraca. Aos poucos foi me enfraquecendo, perdi todas as minhas forças, perdi todas as minhas esperanças, perdi todos aqueles que amava. Cai e não consegui me levantar, estava em um penhasco a ponto de me jogar precisei de alguém para me segurar, mas não havia ninguém, estava sozinha, apenas eu, minha dor e meus medos. Preciso de uma proteção para meu coração e para mim, preciso de um anti-dores, anti-medos, quero me sentir segura, quero me sentir forte de novo. Já tentei fugir, fugir desse medo e dessa dor, mas por todo lugar que vou encontro um beco sem saída, entro em um túnel e em seu final não á luz, apenas escuridão. Só queria ser feliz,é pedir demais? Mas ser feliz se tornou impossível, sempre terá alguém para acabar com qualquer vestígio de felicidade que eu tenha e no final isso sempre irá me machucar. Já cansei de ouvir “-Continue forte” mal sabem eles que “continuar forte” não é tão fácil como parece esquecer uma dor, fingir, reprimir lagrimas, não são coisas nada fáceis de fazer, e às vezes “continuar forte” pode doer assim como sofrer calada é doloroso. Meu coração está frágil, é muita dor, muita saudade, muita magoa muito medo de se machucar para um coração só, meu coração já está cheio, e sei que se não o esvaziar vou acabar me afundando em minhas dores. Preciso de um ponto seguro, preciso de alguém que me trará segurança, mas tenho medo de me machucar nessa procura, e é esse “medo” está me impedindo de ser feliz, esse mesmo medo que sempre me traz sofrimento. Quer saber? Já chega! Colocarei um ponto final nessa história, já cansei, agora tudo será diferente. Serei fria, ignorante e sem coração, não tenho outra opção é o único modo que encontrei para me proteger, e é só assim que protegerei meu coração. Não deixarei ninguém me machucar, não deixarei o medo me impedir de ser feliz.“ — Ana Brandão (p-erishing)

A dor e o medo me tornaram fraca. Aos poucos foi me enfraquecendo, perdi todas as minhas forças, perdi todas as minhas esperanças, perdi todos aqueles que amava. Cai e não consegui me levantar, estava em um penhasco a ponto de me jogar precisei de alguém para me segurar, mas não havia ninguém, estava sozinha, apenas eu, minha dor e meus medos. Preciso de uma proteção para meu coração e para mim, preciso de um anti-dores, anti-medos, quero me sentir segura, quero me sentir forte de novo. Já tentei fugir, fugir desse medo e dessa dor, mas por todo lugar que vou encontro um beco sem saída, entro em um túnel e em seu final não á luz, apenas escuridão. Só queria ser feliz,é pedir demais? Mas ser feliz se tornou impossível, sempre terá alguém para acabar com qualquer vestígio de felicidade que eu tenha e no final isso sempre irá me machucar. Já cansei de ouvir -Continue forte mal sabem eles que “continuar forte” não é tão fácil como parece esquecer uma dor, fingir, reprimir lagrimas, não são coisas nada fáceis de fazer, e às vezes “continuar forte” pode doer assim como sofrer calada é doloroso. Meu coração está frágil, é muita dor, muita saudade, muita magoa muito medo de se machucar para um coração só, meu coração já está cheio, e sei que se não o esvaziar vou acabar me afundando em minhas dores. Preciso de um ponto seguro, preciso de alguém que me trará segurança, mas tenho medo de me machucar nessa procura, e é esse medo está me impedindo de ser feliz, esse mesmo medo que sempre me traz sofrimento. Quer saber? Já chega! Colocarei um ponto final nessa história, já cansei, agora tudo será diferente. Serei fria, ignorante e sem coração, não tenho outra opção é o único modo que encontrei para me proteger, e é só assim que protegerei meu coração. Não deixarei ninguém me machucar, não deixarei o medo me impedir de ser feliz.“  Ana Brandão (p-erishing)